Rainha Santa Isabel | 11 de fevereiro de 2026



Quando Deus vem ao encontro do ser humano, fazendo-se homem em Jesus Cristo, Ele traz-nos uma Lei Nova, fundada no Amor (cf. Mt 5,20-43), que é superior a essa de talião (cf. Dt 19,21). A esta Lei Nova tudo e todos estão sujeitos. A sua prática leva à união com Deus (cf. Jo 17,11b); por ela se reconhecem os discípulos de Jesus (cf. Jo 13,35); e é por ela que tudo e todos serão santificados (cf. 1Cor 15,28).

A santidade foi encarada como união com Deus, desde os inícios do cristianismo. Muitos santos procuraram esta via unitiva, pela oração, fundada na fé; mas também pelas obras de justiça, fundadas na caridade (amor altruísta, incondicional).

O Concílio Vaticano II vem relembrar-nos, já em meados do século XX, que todos somos chamados à santidade (Lumen Gentium n.39: “todos na Igreja, […] são chamados à santidade”), em conformidade com o que já afirmara S. Paulo (cf. 1Tess 4,3; Ef 1,4). É esta santidade que caracteriza a Igreja de Jesus Cristo e faz dela uma família (LG, 51: “todos os que somos filhos de Deus, e formamos em Cristo uma família, ao comunicarmos na caridade mútua e no comum louvor da Trindade Santíssima, correspondemos à íntima vocação da Igreja e participamos, prelibando-a, na liturgia da glória”).    


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Fernanda Alves Afonso Grieben

fe@revisitar.com

Sou pintora, originária do Norte de Portugal, mas resido atualmente na Alemanha. Também gosto de escrever textos literários, sobretudo para a infância. Faço-o, principalmente, para mim própria. No entanto, alegro-me sempre que encontro uma possibilidade de partilhar a minha escrita com as demais crianças, de todas as idades. Sou Mestre em Teologia (UCP); Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas – variante de Estudos Portugueses e Doutorada em Estudos Portugueses, na especialidade de Literatura Portuguesa (UAb).

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